Ethereum ganha força e atrai interesse de governo russo


 

 

Ethereum é a segunda maior criptomoeda da atualidade, atrás apenas do Bitcoin e vem chamando a atenção de Vladimir Putin, presidente da Rússia. Isso porque, ela é uma ferramenta em potencial para ajudar a diversificar a economia do país para além do gás e do petróleo.

No começo de junho Putin conheceu Vitalik Buterin, fundador da Ethereum, e apoiou os seus sonhos de estabelecer contatos com parceiros locais com a finalidade de adicionar a tecnologia Blockchain na Rússia.

Putin disse ao Fórum Econômico de São Petersburgo, ao discutir formas de impulsionar o crescimento da econômica da Rússia, que a economia digital não é uma indústria distinta, pois ela é essencial para a base da criação de novos modelos de negócios.

Assim, as moedas virtuais podem ajudar a economia do país ao permitir que as transações ocorram de maneira segura e rápida. Além de ser um meio de troca, a Ethereum também pode ser utilizada como um livro razão para tudo, desde os direitos de propriedade, aceleração de negócios, cortes intermediários até os contratos de moeda.

De acordo com Olga Skorobogatova, o banco central da Rússia até já adicionou uma cadeia de blocos com base em Ethereum como um projeto piloto para o processamento de pagamentos on-line e verificação de clientes credores.

Skorobogatova também não eliminou a utilização da tecnologia Ethereum para o desenvolvimento de uma moeda virtual e nacional para a Rússia. Lembrando que no início de junho também, o banco de desenvolvimento estadual da Rússia (VEB) concordou em iniciar a utilizar a Ethereum para algumas funções administrativas.

Para isso, Steelmaker Severstal, presidente do banco, testou o bloco Ethereum realizando uma transferência de cartas de crédito internacional.

Para Vlad Martynov, conselheiro da The Ethereum Foundation  “a Blockchain terá o mesmo efeito nas empresas como teve o nascimento da internet, mudando os modelos de negócios e descartando intermediários como agentes de custódia e funcionários”.

Ele disse ainda que se a Rússia for a primeira a implementar as criptomoedas, terá vantagens bem parecidas com as que tiveram os países ocidentais no início da era da internet.

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