Atualmente a Geap conta com 300 mil beneficiários e figura entre as três principais empresas do mercado de saúde suplementar de órgãos públicos, junto com a Cassi, do Banco do Brasil, e a Postal Saúde, dos Correios. Mas a conta é salgada para os beneficiários da Geap.
No governo de Jair Bolsonaro, a Geap fechou no azul e deixou uma boa quantia no caixa. Nos quatro anos de Bolsonaro, o general Ricardo Figueiredo não permitiu que negociatas fossem feitas na Geap e também economizou. Receosos, partidos, como o PP, por exemplo, ficaram distantes da Geap. Mas com a volta do PT ao governo, a Geap foi entregue ao PODEMOS.
Já no governo Lula, ao invés de economizar para reduzir o custo da mensalidade do beneficiário, a GEAP conseguiu torrar neste ano, cerca de R$ 1 bilhão, fato que chamou atenção da Associação Nacional dos Beneficiários da GEAP Autogestão Em Saúde – A GEAP É NOSSA -.
É aguardado nos próximos dias, que um fornecedor da Geap entregue às autoridades competentes, robustos documentos que supostamente poderão comprovar desvios, superfaturamentos, direcionamentos e outras irregularidades na gestão de Douglas Figueredo, diretor-presidente da entidade, colocado lá pelo partido PODEMOS. O fornecedor já antecipou ao blog que, com o que tem em mãos, é capaz de derrubar a diretoria da Geap.
Recentemente Figueredo concedeu entrevista à um jornal, onde chegou a dizer que a Geap estuda um plano para “reduzir as mensalidades”. Mas nada disse sobre as denúncias veiculadas sobre sua pífia gestão, nem sobre redução de gastos nem diminuição dos altos salários da diretoria.
Haja Lexotan!!!
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