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MPDFT denuncia caminhoneiro por acidente que matou motociclista

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DÉLIO ANDRADE
DÉLIO ANDRADEhttp://delioandrade.com.br
Jornalista, sob o Registro número 0012243/DF

A Promotoria de Justiça Criminal e do Tribunal do Júri de São Sebastião denunciou por homicídio culposo (sem intenção de matar) o motorista de caminhão Agnaldo Venâncio Gomes, de 42 anos, que atingiu e matou Neilton Meira dos Santos.

A vítima dirigia uma motocicleta quando foi atropelada pelo caminhão, por volta das 9h de 3 de setembro de 2024, na DF-463, em frente ao colégio Centrão, em São Sebastião. Outros veículos também foram atingidos pelo caminhão.

Relembre imagens do caso:

5 imagensMotorista do caminhão, 42 anos, ficou preso às ferragens  Caminhão atingiu um carro, um ônibus escolar e duas motosMotorista do escolar não se feriu e veículo estava sem passageiros no momento do acidenteFechar modal.1 de 5

Carreta, que transportava centenas de tijolos, quando capotou e perdeu o controle

Breno Esaki/Metrópoles (@brenoesakifoto)2 de 5

Motorista do caminhão, 42 anos, ficou preso às ferragens

Breno Esaki/Metrópoles (@brenoesakifoto)3 de 5

Caminhão atingiu um carro, um ônibus escolar e duas motos

Breno Esaki/Metrópoles (@brenoesakifoto)4 de 5

Motorista do escolar não se feriu e veículo estava sem passageiros no momento do acidente

Breno Esaki/Metrópoles (@brenoesakifoto)5 de 5

Breno Esaki/Metrópoles (@brenoesakifoto)

A denúncia do Ministério Público do Distrito Federal e dos Territórios (MPDFT) alega que o sistema de freios do caminhão estava em estado precário de conservação, e o veículo não tinha buzina no momento do acidente.

A carreta conduzida por Agnaldo transportava centenas de tijolos, capotou e atingiu um carro, um ônibus escolar e duas motos. Além do caminhoneiro, um motociclista precisou receber atendimento hospitalar.

Agnaldo foi retirado das ferragens pelo Corpo de Bombeiros Militar e foi levado ao hospital. A vítima, que conduzia uma motocicleta, também foi socorrida, mas veio a falecer alguns dias depois, no hospital.

O MP requereu a fixação de valor mínimo para reparação dos danos materiais e morais aos dependentes da vítima, no valor  de R$ 100 mil.

A reportagem não localizou a defesa de Agnaldo. O espaço segue aberto.

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