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Morre o perito Celso Nenevê, precursor da entomologia forense no DF

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DÉLIO ANDRADE
DÉLIO ANDRADEhttp://delioandrade.com.br
Jornalista, sob o Registro número 0012243/DF

Referência na Policia Civil (PCDF) e na comunidade católica do Distrito Federal, o perito criminal Celso Nenevê, de 67 anos, morreu neste sábado (28/10).

Nenevê foi diretor do Instituto de Criminalística da Polícia Civil (PCDF)  e presidente da Associação Brasiliense de Peritos em Criminalística (ABPC).

No campo religioso, o perito criminal coordenou um dos maiores movimentos católicos de Brasília, o Escalada.

Nenevê sofreu um acidente vascular cerebral (AVC) há alguns anos e, desde então, enfrentava problemas de saúde. Ele estava internado no Hospital do Coração e teve morte cerebral constatada nessa sexta-feira (27/10). O óbito oficial só foi decretado neste sábado.

Precursor da entomologia forense (que, resumidamente, é o estudo de insetos presentes em cenas de crime) no DF, o perito criminal participou da investigações importantes. Nenevê ajudou a desvendar o assassinato da Isabela Tainara, por exemplo.

A ABPC publicou nota de pesar. “Lamentamos a perda dessa referência na perícia brasileira e na balística forense, e nos solidarizamos pela família e amigos neste momento”, destacou a instituição.

Pelas redes sociais, o Movimento Escalada também prestou homenagem ao legado de Nenevê. “Você que mostrou a uma geração de alpinistas o Deus de amor e misericórdia, agora se encontra com ele”, afirmou.

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