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Viver a história em taças?

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DÉLIO ANDRADE
DÉLIO ANDRADEhttp://delioandrade.com.br
Jornalista, sob o Registro número 0012243/DF
MARA FLORA LOTTICI KRAHL
Sommelière Profissional formada pela ABS-RS, WSET e SommSchool com especializações no Brasil e no exterior.
Graduada em Turismo com Mestrado em Geografia/Turismo Rural (UnB) e Mestrado em Planejamento e Gestão Ambiental (PUC Brasília).
Professora aposentada da UnB – Enoturismo e Vitivinicultura.
Consultora especialista e professora de Turismo e Sommellerie.
Diretora e Professora da ABS-DF.
Presidente da Associação Brasileira de Enoturismo (ENOTURISMO BRASIL).
Presidente da Associação Cerrado de Enoturismo (ACENO).
Membro Titular do Conselho Nacional de Turismo – MTur.
Vitivinicultora – Vinhas Flora.

Degustar vinho é beber história. E existem diferentes formas de se fazer isso e com propósitos também diferentes: em degustações verticais, que buscam identificar, comparativamente, as influências e a evolução de um ou mais vinhos de safras distintas, e em degustações horizontais, que geralmente abarcam e avaliam mais variáveis.

Nas degustações horizontais, selecionam-se vinhos de uma mesma safra (ano de colheita), de uma mesma região e de um mesmo estilo e/ou varietal (tipo de uva) – exemplo: rótulos de Sauvignon Blanc 2023 de diferentes produtores do DF. Outro tipo de horizontal também pode utilizar outras variáveis como varietais de diferentes produtores e diferentes regiões – de safras iguais ou não. As degustações horizontais permitem perceber e comparar especificidades de estilos de vinificação e sutilezas de terroir e reconhecer as características de uma varietal, de uma região, de um estilo ou de uma safra.

Já numa degustação vertical procura-se identificar, ao longo dos anos, a influência do terroir e da evolução em vinhos de uma mesma uva, de um mesmo produtor, mas necessariamente de safras diferentes. Começam-se, geralmente, pelos vinhos mais jovens, de colheitas mais recentes, mas também pode-se iniciar pelos mais velhos, de safras mais antigas, tanto faz. A ordem, crescente ou decrescente, deve permitir que se avalie o conjunto de fatores que influenciam na qualidade e evolução do vinho – uma viagem pelo tempo. É como beber o tempo e a história de trabalho de determinado produtor, engarrafados em forma de vinho.

E é sobre beber a história da vitivinicultura daqui que vamos falar hoje – a primeira vertical de vinhos de Brasília. Tudo começou com os pioneiros vinhedos Ercoara e Villa Triacca em 2018, e a primeira safra Villa Triacca em 2019. Desde então vimos colhendo qualidade e acumulando premiações nesse lugar ímpar. E você também pode vivenciar essa história:

A família Triacca, produtora do primeiro vinho fino de Brasília apresenta uma experiência única, a 1ª DEGUSTAÇÃO VERTICAL DE VINHOS VILLA TRIACCA dia 4/9, às 17h, com a participação de grandes expoentes da vitivinicultura brasileira. E você pode viver essa história contada em 9 vinhos, inclusive o icônico Seu Claudinho 2019, de cuja microprodução de 60 garrafas restam apenas 20. Bora?!!!!

Seu Claudino 2019
primeiro vinho fino de Brasília
Seu Claudino 2020
Seu Claudino Superiore 2021
Seu Claudino 2021
Seu Claudino Superiore 2022
Seu Claudino 2022
Seu Claudino Superiore 2023
Seu Claudino Fruttatto 2024

Local: Villa Triacca Hotel-Vinícola PAD-DF
Dia 4/9
17h: Boas-vindas
17h30: Degustação Vertical na Vinícola VillaTriacca
19h30: Jantar com jazz no Vino Bar

O post Viver a história em taças? apareceu primeiro em Jornal do Planalto.

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