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quinta-feira, 23 setembro, 2021
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Primavera começa hoje: 1ª semana será marcada por frente fria no Sul e Sudeste; saiba como será a estação

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A primavera começa oficialmente nesta quarta-feira (22) às 16h21 (horário de Brasília). A primeira semana da estação será marcada por chegada de frente fria no Sul e Sudeste. Para a maior parte do país, a primavera vai trazer temperaturas mais altas e o retorno das chuvas.

“A primavera é uma estação de transição, ela está entre o inverno e o verão, por isso ela tem características de ambas as estações, ou seja, normalmente temos dias mais quentes e secos e outros dias mais chuvosos e com temperaturas mais baixas nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste”, explica César Soares, meteorologista da Climatempo.

O início da estação é chamado de equinócio de primavera – quando as horas do dia e da noite têm a mesma duração de 12 horas – com exceção de partes do Amazonas, Pará e quase a totalidade de Roraima e Amapá, que ficam no Hemisfério Norte. A estação termina em 21 de dezembro.

Primavera começa fria no Sul e Sudeste

A primeira semana da primavera será marcada por queda nas temperaturas do Sul e Sudeste do país devido a aproximação de um ciclone extratropical – fenômeno meteorológico de baixa pressão atmosférica que dá origem às frentes frias – que se formou na segunda-feira (20) próximo ao continente.

Esse fenômeno é caracterizado pela presença de fortes ventos e chuvas de intensidade moderada a torrenciais.

“Eles [os ciclones extratropicais] são formados pelo choque de massas de ar diferentes. Nesse caso específico, o ciclone foi formado pelo choque de duas massas de ar, sendo uma mais fria e seca vinda do sul e outra mais úmida e quente vinda das áreas do subtrópico, como no Sudeste do Brasil”, explica César Soares, meteorologista da Climatempo.
Chuvas da estação não irão resolver crise hídrica
De acordo com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), a previsão para o trimestre neste ano indica probabilidade de chuva acima da média histórica no Norte, Centro e Leste do Brasil, mas o total não deve ser o suficiente para encher os reservatórios.

O nível de água dos principais reservatórios do país continua baixando e rápido. A situação é mais preocupante no conjunto de hidrelétricas das regiões Sudeste e Centro-Oeste, que concentra 70% de toda a água armazenada no Brasil.

Segundo análises feitas pelo Climatempo, no mês de outubro irá chover mais do que a média histórica, enquanto em novembro as chuvas serão irregulares. Dezembro deve ser o mês mais crítico do trimestre, registrando volume de chuva abaixo da média histórica para o período.

“Isso não quer dizer que não vai chover. Isso não quer dizer que não teremos grandes temporais, mas que a quantidade de chuva esperada para o mês será menor do que a média e a temperatura será maior do que o normal”, diz Patrícia Madeira, meteorologista da Climatempo.
De acordo com a especialista, antes que os reservatórios possam encher novamente, é necessário que chova um volume suficiente para umedecer o solo. Por isso, ainda que haja temporais, não significa que o problema dos reservatórios será solucionado rapidamente.

“Então, mesmo que chova mais do que a média em outubro, ainda não será o necessário para diminuir o custo da energia”, explica Madeira.

Fonte: G1.

Empresa que vende barcos de luxo é alvo de força-tarefa que investiga sonegação fiscal em SP

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Uma força-tarefa cumpre nesta quarta-feira (22) 19 mandados de busca e apreensão em operação contra suspeitos de sonegação fiscal em São Paulo.

Os mandados são cumpridos nas cidades de São Paulo, Barueri, Osasco, Itupeva, Jundiaí e Mairiporã e foram expedidos pela Justiça de Osasco.

O alvo principal é a Falcon Estaleiros do Brasil, líder no mercado brasileiro de embarcações de luxo. Endereços residenciais da empresária sócia e CEO da empresa, que em 2016 apareceu na lista dos 30 jovens mais promissores do Brasil da revista Forbes, também estão sendo vistoriados.

Policiais tiveram que escalar a sacada do prédio da empresária para ter acesso ao apartamento.

Segundo os investigadores, a empresa, um dos maiores estaleiros da América Latina, deve cerca de R$ 50 milhões de ICMS no Estado de São Paulo e outros R$ 490 milhões em tributos federais, conforme análise da Procuradoria Geral da Fazenda Nacional.

Os investigadores descobriram que, para escapar do Fisco, a empresa montou um sofisticado esquema de blindagem patrimonial e uma rede de empresas fantasmas, abertas em nome de laranjas.

O objetivo da operação é recolher documentos e informações que ajudem a comprovar as fraudes. Os investigadores também querem entender porque a empresa emitiu notas fiscais subfaturadas e se clientes se beneficiaram disso.

A operação apura três crimes: sonegação fiscal, organização criminosa e lavagem de dinheiro.

Batizada de Cavalo-Marinho, a ação é a primeira operação do CIRA, o Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos, que reúne MPSP, Fazenda Estadual e Procuradoria Geral do Estado de SP.

Fonte: G1.

Anvisa determina recolhimento de lotes interditados da vacina CoronaVac

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou nesta quarta-feira (22) que determinou o recolhimento dos 25 lotes da vacina CoronaVac que foram interditados de forma cautelar no início de setembro.

Na nova resolução, a Agência afirma que a decisão foi tomada após a constatação de que os dados apresentados pelo laboratório chinês não comprovam a realização do envase em condições satisfatórias de boas práticas de fabricação.

A vacina é produzida pela Sinovac em parceria com o Instituto Butantan. No dia 14 deste mês, o Instituto anunciou que os lotes seriam substituídos por vacinas prontas.

Ao todo, a Anvisa havia interditado 12,1 milhões de doses que foram produzidas pela Sinovac, na China, em uma fábrica não inspecionada e aprovada pela Agência.

Desse total, o estado de São Paulo aplicou 4 milhões de doses. O número corresponde a cerca de 19% de 21 milhões de doses da CoronaVac aplicadas no estado ao longo de toda a campanha de vacinação contra a Covid-19.

O governo de SP defende a segurança e eficácia do imunizante e afirma que o estado não registrou nenhuma intercorrência com as vacinas da CoronaVac aplicadas de lotes que foram suspensos.

Recolhimento

Na resolução desta quarta (22), a Anvisa diz ter avaliado todos os documentos encaminhados pelo Instituto Butantan, e os emitidos pela autoridade sanitária chinesa e concluiu que “permaneciam incertezas sobre o novo local de fabricação e quanto às práticas assépticas e à rastreabilidade dos lotes.”

De acordo com a Agência, caberá aos importadores a adoção de todos os procedimentos para o efetivo recolhimento das unidades restantes e remanescentes de todos os lotes interditados cautelarmente.

O recolhimento se aplica apenas aos lotes que foram envasados em local não inspecionado pela Agência.

A vacina Coronavac permanece autorizada no país e possui relação benefício-risco favorável ao seu uso, desde que produzida nos termos aprovada pela Anvisa.

Histórico

No dia 4 de setembro, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a interdição cautelar de ao menos 25 lotes da vacina CoronaVac, proibindo a distribuição e uso de doses que tinham sido envasadas em um local de fabricação não aprovada pelo órgão.

A medida foi tomada após o Instituto enviar um ofício à Agência com tal informação.

No documento, o diretor do Butantan, Dimas Covas, afirma que técnicos do Instituto analisaram as informações disponíveis nos lotes e apontam segurança e qualidade das vacinas produzidas na fábrica não inspecionada.

No texto, Dimas Covas solicita autorização para que as vacinas sejam aplicadas em caráter emergencial para não comprometer o programa de imunização nacional.

O Butantan defende que as doses suspensas foram atestadas pelo rigoroso controle de qualidade do instituto.

Fonte: G1.

Cem árvores arrancadas, casas destelhadas, muro derrubado… veja estragos do vendaval no Rio; vem mais ventania nesta quarta

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O vendaval desta terça-feira (21) no Rio arrancou quase 100 árvores, destelhou casas e uma escola e até jogou um muro para cima de carros (assista ao vídeo acima). Bairros em diferentes pontos do município ficaram sem luz, houve atraso nos trens e no metrô e a Ponte Rio-Niterói fechou.

E vem mais ventania por aí: nesta quarta (22), há previsão de rajadas de até 60 km/h — nesta terça, o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) registrou um pico de 77,8 km/h no Forte de Copacabana.

Chove a qualquer hora do dia, de forma leve a moderada. O mar está de ressaca, com ondas de até 3,5 metros.

A primavera começa nesta quarta, às 16h21. A tendência é que as instabilidades percam força sobre o estado a partir da quinta (23).

Veja, a seguir, vídeos com estragos do vendaval.

Muro derrubado

As rajadas da tarde de terça derrubaram um dos muros do prédio da Oi, na Rua Adelaide Chiozzo, no Engenho Novo, Zona Norte do Rio. O prédio da companhia é vizinho de um condomínio.

A estrutura atingiu vários carros que estavam estacionados. Uma câmera de segurança registrou o momento da queda.

Na manhã desta quarta, três veículos ainda estavam sob escombros do muro.

Um grupo de pessoas resolveu jogar uma “altinha” no meio do asfalto, enquanto a via estava fechada.

Trens parados

A circulação de trens da Supervia foi suspensa temporariamente, por volta das 15h, nos ramais Japeri, Santa Cruz (interligado ao Deodoro), Belford Roxo e Saracuruna e nas extensões Paracambi, Vila Inhomirim e Guapimirim.

A Supervia disse que os ventos poderiam provocar risco às estruturas. Houve tumulto na Central do Brasil: mesmo com placas mostrando que a circulação estava suspensa, passageiros pularam as catracas.

A operação começou a ser normalizada depois das 17h.

Fonte: G1.

Vacina contra Covid-19: Dose de reforço para idosos com 85 anos e agendamento para imunossuprimidos começa no DF

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A dose de reforço da vacina contra a Covid-19 será ampliada no Distrito Federal a partir desta quarta-feira (22). A aplicação inclui dois grupos:

  • Idosos de 85 anos ou mais: podem ir aos postos a partir desta manhã, sem necessidade de agendamento, desde que já tenham tomado dose única ou segunda dose, de qualquer marca, há mais de seis meses.
  • Imunossuprimidos: com 18 anos ou mais, podem agendar atendimento, a partir das 14h, pelo site da Secretaria de Saúde, ou em qualquer Unidade Básica de Saúde (UBS). O grupo será atendido a partir de segunda-feira (27), mas é preciso ter feito a 2ª dose, ou dose única, há pelo menos 28 dias.

Além dos dois grupos, a campanha de imunização no DF continua para quem tem 13 anos ou mais. Os adolescentes não precisam da presença de um responsável com 18 anos para receber o atendimento

Principais regras para a dose de reforço

Para receber a dose de reforço é obrigatório apresentar o cartão de vacinação, comprovando a data do recebimento da segunda dose ou dose única. Quem perdeu o documento pode baixar uma versão digital no site ConecteSUS.

Segundo o Ministério da Saúde, independentemente da vacina já utilizada pelo paciente, a dose de reforço a ser aplicada será preferencialmente da Pfizer. No entanto, também podem ser utilizados imunizantes da AstraZeneca e da Janssen.

Quem são os imunossuprimidos?

De acordo com a Secretaria de Saúde do DF, são considerados imunossuprimidos para dose de reforço da vacina contra a Covid-19 os seguintes grupos:

  • Pessoas com imunodeficiência primária grave
  • Pacientes de quimioterapia para câncer
  • Trasplantados de órgãos sólidos e de células tronco e medula óssea
  • Pessoas com HIV e CD4 <350 células/mm3
  • Pacientes em hemodiálise
  • Pessoas com doenças imunomediadas inflamatórias crônicas, como reumatológicas, autoinflamatórias e doenças intestinais inflamatórias
  • Usuários de medicamentos com Metotrexato, Leflunomida, Micofenolato de mofetila, Azatiprina, Ciclofosfamida, Ciclosporina, Tacrolimus, 6-mercaptopurina, infliximabe, etanercept, humira, adalimumabe, tocilizumabe, Canakinumabe, golimumabe, certolizumabe, abatacepte, Secukinumabe, ustekinumabe ou Inibidores da JAK (Tofacitinibe, baracitinibe e Upadacitinibe).

É preciso comprovar a situação de imunossuprimido por meio de laudo médico. Quem se vacinou informando a condição não precisa se recadastrar, segundo a Secretaria de Saúde – caso contrário, procedimento deve ser feito no site da pasta antes de agendar o atendimento.

Fonte: G1.

Tribunal europeu condena Rússia por envenenar ex-espião no Reino Unido

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O Tribunal Europeu de Direitos Humanos (TEDH) considerou nesta terça-feira (21) que a Rússia é a “responsável” pelo assassinato do ex-espião e opositor Alexander Litvinenko, envenenado com polônio 210, no Reino Unido, em 2006.

O Tribunal declarou a Rússia culpada por violar o artigo 2 do Convênio Europeu de Direitos Humanos, que garante o direito à vida, e o artigo 38, que obriga os Estados membros do TEDH a apresentar todos os documentos necessários para examinar um caso.

A corte também condenou o governo russo a pagar € 100 mil (cerca de R$ 625 mil) à viúva de Litvinenko por danos morais. O governo russo chamou a decisão de “infundada”.

Opositor do governo russo e exilado no Reino Unido, Litvinenko morreu em 23 de novembro de 2006 envenenado com polônio 210, uma substância radioativa altamente tóxica. Quando estavam em condição crítica, ele acusou o presidente russo, Vladimir Putin, pelo envenenamento.

A corte afirmou que, “além de qualquer dúvida razoável”, os russos Andrei Lugovoy e Dmitri Kovtun executaram o assassinato e existem “fortes indícios” de que atuaram em nome das autoridades russas.

Os magistrados consideraram que “o assassinato de Litvinenko era imputável à Rússia” e que o governo russo não apresentou uma explicação alternativa “satisfatória” nem refutou as conclusões da investigação pública no Reino Unido.

O juiz russo do TEDH, que fica em Estrasburgo, no nordeste da França, emitiu um voto particular a respeito da violação do direito à vida.

O governo russo chamou a decisão de “infundada”.

“O TEDH dificilmente tem autoridade ou capacidade tecnológica para possuir informações sobre o assunto”, disse o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov. “Ainda não há resultados desta investigação e fazer tais afirmações é, no mínimo, infundado”.

Fonte: G1.

InCor dá alta a 1º paciente de Covid com pulmão transplantado; analista de sistemas passou por ECMO e ficou 6 meses no hospital

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No primeiro ano de vida do pequeno Heitor, metade desse tempo, seu pai, Henrique Batista do Nascimento, esteve no hospital. Na noite da segunda-feira (20), chegou o dia de voltar para casa. Após ter sido diagnosticado com Covid, aos 31 anos e sem comorbidades, Henrique teve que ser intubado, passou quatro meses em terapia ECMO (Oxigenação por Membrana Extracorpórea) e recebeu um novo pulmão.

O chamado transplante duplo (do pulmão completo) é o último recurso para pacientes que já tiveram o pulmão completamente comprometido pela Covid. O primeiro deste tipo do mundo aconteceu em abril deste ano, no Japão.

O InCor, hospital em São Paulo em que Henrique estava internado, realizou apenas três procedimentos iguais a este, com pacientes de Covid, e Henrique foi o único paciente que resistiu.

“Sem o transplante, ele morreria. O pulmão ficou completamente fibrosado. Fica impossível respirar com esse pulmão”, contou o fisioterapeuta respiratório Fábio Rodrigues, que acompanhou a recuperação de Henrique.

A partir de agora, segundo o fisioterapeuta, a reabilitação leva de três a seis meses, e o acompanhamento médico é para o resto da vida.

“Esse período de internação me fez enxergar a vida com mais leveza, mais pé no freio, sabe? Pra mim, ficar esse tempo longe da minha família (esposa e filho) me fez ter forças pra lutar a luta que fosse e foi o que aconteceu”, afirmou o analista.
Henrique foi internado com Covid no Hospital das Clínicas em 18 de março e precisou ser intubado em 1º de abril. Com o agravamento do quadro, em 13 de abril foi transferido para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do InCor, para iniciar o tratamento com ECMO, a oxigenação artificial. O analista de sistemas ficou com o aparelho até 20 de agosto, quando recebeu um novo pulmão.

“Acho que só de estar de volta, acompanhar o crescimento do meu filho, aproveitar muito mais meu casamento e com certeza viajar. Já temos destino marcado para o final do ano, minha família e eu vamos passar o Natal e o Ano Novo em Gramado [RS]. Eu quero muito viver, aproveitar a vida e amar muito mais o dia em que vivemos, o amanhã pertence a Deus.”

Fonte: G1.

Rock in Rio 2022: Vendas para o Rock in Rio Card começam nesta terça-feira às 19h; Saiba como comprar ingresso

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A venda do Rock in Rio Card começa nesta terça-feira (21) às 19h, pelo site rockinrio.ingresso.com. O cartão equivale a um ingresso antecipado para o Rock in Rio 2022, e dá ao comprador a chance de escolher em qual data pretende usá-lo.

A escolha da data poderá ser feita entre 23 de novembro de 2021 a 1º de abril de 2022, antes que a venda oficial de ingressos seja aberta ao público em geral, em abril de 2022. O valor da entrada é de R$ 545,00 (inteira) e R$ 272,50 (meia-entrada).

O festival está marcado para os dias 2, 3, 4, 8, 9, 10 e 11 de setembro de 2022.

A nona edição do Rock in Rio, que aconteceria em 2021, foi adiada para setembro de 2022 por causa da pandemia do novo coronavírus.

Veja os shows do Palco Mundo que já foram divulgados do festival em 2022:

  • Iron Maiden, Megadeth, Dream Theater e Sepultura (2 de setembro)
  • Post Malone, Jason Derulo, Marshmello e Alok (3 de setembro)
  • Justin Bieber, Demi Lovato e Iza (4 de setembro)
  • Dua Lipa e Ivete Sangalo (11 de setembro)

Veja os shows do Palco Sunset que já foram divulgados do festival em 2022:

  • Joss Stone, Corinne Bailey Rae, Gloria Groove e Duda Beat (8 de setembro).

Fonte: G1.

 

INSS: quase 5 milhões têm de fazer prova de vida até 2022

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A prova de vida ainda precisa ser feita por 4.979.617 de segurados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) até 2022. Segundo levantamento do órgão, feito a pedido do g1, do total de 36.238.880 de pessoas que precisam realizar a prova de vida nos bancos todos os anos, 31.259.263 já fizeram o procedimento entre 2020 e 2021 (até agosto).

Enquanto no ano passado apenas 6,5 milhões de pessoas fizeram a prova de vida devido à suspensão da obrigatoriedade em decorrência da pandemia, neste ano, até agosto, já chega a 24,7 milhões o número de segurados que comprovaram que estão vivos para continuar recebendo os benefícios do INSS.

Os estados com maior número de segurados que ainda não fizeram a prova de vida são São Paulo, Minas Gerais e Bahia.

A prova de vida é obrigatória para aposentados e pensionistas que recebem benefícios por meio de conta corrente, poupança ou cartão magnético. O procedimento serve para evitar fraudes e garante a manutenção do pagamento.

Calendário

O INSS divulgou um calendário para segurados fazerem a prova de vida e não terem os benefícios suspensos. A comprovação voltou a ser obrigatória a partir de 1º de junho.

Para saber quando a prova de vida deve ser feita, o segurado terá que verificar qual foi a última prova de vida realizada e conferir o calendário. Por exemplo: quem fez prova de vida em novembro de 2019 e não a fez em novembro de 2020, deverá fazê-la até outubro de 2021.

Ainda de acordo com o calendário, os segurados que não fizeram a prova de vida até setembro e outubro de 2020, por exemplo, têm até o dia 30 de setembro deste ano para fazer a comprovação de que estão vivos para continuar recebendo os benefícios.

O segurado fica sabendo que precisa fazer a prova de vida no próprio banco em que recebe o benefício, pelo aplicativo do Meu INSS, caso tenha sido selecionado para fazer a biometria facial, ou pelo telefone 135.

Fonte: G1.

 

Pantanal, 1 ano depois: fotógrafo retrata resiliência após queimada histórica e impacto da seca

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Um jacaré morto, seco e com a pele se confundindo com as crateras do chão do Pantanal. Uma anta no meio de uma reserva que já teve água com os urubus à espreita, só esperando a morte. Ricardo Martins, ganhador do Jabuti de fotografia em 2012, fez uma expedição pelo bioma em agosto e retratou, 1 ano após o fogo histórico, como está o ecossistema da região.

“O Pantanal é um ciclo, ele enche, ele seca, só que eu nunca tinha visto uma seca desse jeito. E conversando com as pessoas de lá todo mundo me falava: muito seco, muito tempo sem chover, e eu vi cenas bem dramáticas, principalmente de jacarés na busca pela água”.

O fotógrafo contou que seu pai “é do bioma” e que, por isso, sempre esteve lá. “Por esse motivo, quis fazer um livro e homenagear a região, que aliás me inspirou a ser fotógrafo de natureza”. Ele está lançando o livro “Pantanal, um patrimônio natural e sua cultura”.

Ricardo Martins andou pela região e chegou a achar que todos os jacarés estavam mortos, mas, em alguns momentos, se surpreendeu.

“Nem passava pela minha cabeça que aquele bicho pudesse estar vivo, para mim ele era pele e osso. Tanto é que nem imaginei, mas, na hora que você chega perto, ele começa a se mexer. Então, pareciam zumbis andando”, contou.

Outra cena marcante, segundo o fotógrafo, foi a de uma anta tentando aproveitar o resto de água em uma reserva que já foi alagada: “Era um tanque de água, e hoje você encontra já totalmente seco. Ela estava se enfiando naquele barro até onde dava, com os olhos fechados de desespero, ali como se fosse um oásis, no meio do nada, e é o que ela tinha. E eu andei no meio dela e ela nem se preocupou de sair de tão exausta. Tinham urubus em volta verificando se ela estava morta”.

Em 2020, o Pantanal registrou o maior número de focos de fogo desde o início do monitoramento do Programa Queimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Pesquisadores estimaram que mais de 17 milhões de vertebrados morreram devido às queimadas.

Veja imagens de Ricardo Martins em sua expedição pelo Pantanal:

Fonte: G1.