Começou o processo de mobilização do IV Ecoenvelhescência: Festival da Longevidade, iniciativa que une cultura, educação em direitos e protagonismo da pessoa idosa. Em 2026, o festival trará como tema “As leis que nos pertencem”, com o objetivo de promover reflexões sobre três importantes conquistas sociais consagradas na Constituição Federal de 1988: o Sistema Único de Saúde (SUS), o Sistema Único de Assistência Social (SUAS) e os mecanismos legais de participação social e garantia dos direitos humanos.
Segundo os organizadores, essas leis representam vitórias históricas da sociedade brasileira e refletem o papel fundamental da população na construção da democracia. A edição deste ano reafirma que a longevidade também é tempo de participação cidadã e de envolvimento ativo na defesa dos direitos sociais, especialmente em um contexto recente em que o Brasil reafirmou seu compromisso com a democracia nas eleições de 2024 e 2025.
O Festival da Longevidade, que acontecerá de janeiro a junho de 2026, novamente na Casa da Cultura do Guará, será uma jornada de vivências, oficinas e encontros que buscam fortalecer a consciência coletiva sobre a importância da Constituição de 1988 e a necessidade de proteção aos direitos de quem mais depende do Estado, como no acesso à saúde, à assistência social, à educação, à segurança alimentar, ao meio ambiente, à justiça e à mobilidade.
Para Everardo de Aguiar, um dos organizadores do Ecoenvelhescência, o festival se tornou uma ferramenta de mobilização social que valoriza a memória, a experiência e a atuação política da população idosa. “Nosso objetivo é mostrar que as conquistas sociais do povo brasileiro têm história, têm autores e precisam ser defendidas todos os dias. O Ecoenvelhescência é uma metodologia que nos ajuda a lembrar que envelhecer também é resistir e participar ativamente da vida pública”, afirma.
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