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Bolsista da Fiotec é preso por plantar maconha em condomínio no DF

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DÉLIO ANDRADE
DÉLIO ANDRADEhttp://delioandrade.com.br
Jornalista, sob o Registro número 0012243/DF

Policiais civis da 10ª Delegacia de Polícia (Lago Sul) prenderam, nessa segunda-feira (25/8), um homem de 30 anos, bolsista da Fundação para o Desenvolvimento Científico e Tecnológico em Saúde (Fiotec), pelos crimes de plantio, cultivo e armazenamento de maconha.

A prisão ocorreu em um condomínio no Jardim Botânico (DF), próximo à unidade policial.

Entenda o caso: 

  • No interior da residência, os policiais encontraram grandes quantidades de maconha, skunk e óleo de cannabis armazenados em duas malas.
  • As drogas estavam separadas por tipo, e o material, descrito como de “alta qualidade” ou “gourmetizado”, indicava cultivo voltado à venda no mercado ilícito.
  • A operação foi deflagrada em cumprimento a mandado judicial de busca e apreensão domiciliar, expedido após três meses de investigação.
  • A ação foi conduzida pela Seção de Repressão às Drogas da 10ª DP, com apoio da Seção de Operações com Cães (SICVIO/DOE) e do Instituto de Criminalística.

Veja imagens: 

6 imagensSistema de irrigação onde a maconha era plantadaCondomínio no Jardim BotânicoSacos e potes de maconhaMaconha apreendidaBuscas na casa do investigadoFechar modal.1 de 6

Área onde a maconha era plantada

Reprodução / PCDF2 de 6

Sistema de irrigação onde a maconha era plantada

Reprodução / PCDF3 de 6

Condomínio no Jardim Botânico

Reprodução / PCDF4 de 6

Sacos e potes de maconha

Reprodução / PCDF5 de 6

Maconha apreendida

Reprodução / PCDF6 de 6

Buscas na casa do investigado

Reprodução / PCDF

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Flagra durante a colheita

A plantação era feita em uma estufa artesanal, sem qualquer autorização legal. Embora a colheita já tivesse sido realizada, os agentes flagraram o ambiente de cultivo no local.

O investigado, que não possui antecedentes criminais, recebe cerca de R$ 10 mil por mês de bolsa da Fiotec. A fundação atua na área de desenvolvimento científico por meio de gestão compartilhada com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

A Polícia Civil segue com as investigações para apurar a possível participação de outras pessoas no esquema e a extensão da rede de distribuição.

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