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Polícia conclui inquérito sobre incêndio com 6 mortes em clínica no DF

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DÉLIO ANDRADE
DÉLIO ANDRADEhttp://delioandrade.com.br
Jornalista, sob o Registro número 0012243/DF

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) concluiu o inquérito sobre o incêndio que causou seis mortes e deixou feridos em agosto, no Instituto Terapêutico Liberte-se, no Paranoá (DF), em agosto de 2025.

Detalhes do inquérito serão divulgados pela 6ª Delegacia de Polícia (Paranoá), responsável pela investigação, na tarde desta segunda-feira (1º/12).

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Após o incêndio, Ministério Público do DF e Territórios (MPDFT) recomendou à Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus) uma força-tarefa emergencial de fiscalização de todas as comunidades terapêuticas no DF.

Polícia conclui inquérito sobre incêndio com 6 mortes em clínica no DF - destaque galeria8 imagensIncêndio provocou uma tragédiaDarley Fernandes de Carvalho, José Augusto, Lindemberg Nunes Pinho, Daniel Antunes e João Pedro Santos morreram no local.Atualmente, a clínica contava com mais de 20 internosAs causas do início do fogo são desconhecidas. A 6ª Delegacia de Polícia (Paranoá) investiga o casoO Corpo de Bombeiros conteve as chamas e levou as vítimas aos hospitais regionais de Sobradinho (HRS) e da Região Leste, no Paranoá (HRL)Fechar modal.MetrópolesO Instituto Terapêutico Liberte-se, casa de reabilitação de dependentes químicos no Paranoá (DF), pegou fogo na madrugada deste domingo (31/8), por volta das 3h.1 de 8

O Instituto Terapêutico Liberte-se, casa de reabilitação de dependentes químicos no Paranoá (DF), pegou fogo na madrugada deste domingo (31/8), por volta das 3h.

Hugo Barreto/Metrópoles
@hugobarretophotoIncêndio provocou uma tragédia2 de 8

Incêndio provocou uma tragédia

Hugo Barreto/Metrópoles
@hugobarretophotoDarley Fernandes de Carvalho, José Augusto, Lindemberg Nunes Pinho, Daniel Antunes e João Pedro Santos morreram no local.3 de 8

Darley Fernandes de Carvalho, José Augusto, Lindemberg Nunes Pinho, Daniel Antunes e João Pedro Santos morreram no local.

Hugo Barreto/Metrópoles
@hugobarretophotoAtualmente, a clínica contava com mais de 20 internos4 de 8

Atualmente, a clínica contava com mais de 20 internos

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@hugobarretophotoAs causas do início do fogo são desconhecidas. A 6ª Delegacia de Polícia (Paranoá) investiga o caso5 de 8

As causas do início do fogo são desconhecidas. A 6ª Delegacia de Polícia (Paranoá) investiga o caso

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@hugobarretophotoO Corpo de Bombeiros conteve as chamas e levou as vítimas aos hospitais regionais de Sobradinho (HRS) e da Região Leste, no Paranoá (HRL)6 de 8

O Corpo de Bombeiros conteve as chamas e levou as vítimas aos hospitais regionais de Sobradinho (HRS) e da Região Leste, no Paranoá (HRL)

Hugo Barreto/Metrópoles
@hugobarretophotoDelegado não descarta crime de cárcere privado7 de 8

Delegado não descarta crime de cárcere privado

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@hugobarretophotoLugar funcionava clandestinamente8 de 8

Lugar funcionava clandestinamente

Hugo Barreto/Metrópoles
@hugobarretophoto

 

Seis mortos e 12 feridos

  • Na madrugada de 31 de agosto, a unidade do Núcleo Rural Boqueirão do Instituto Liberte-se, no Paranoá, pegou fogo.
  • Na ocasião, seis pessoas morreram, e 12 ficaram feridas. Darley Fernandes de Carvalho, José Augusto, Lindemberg Nunes Pinho, Daniel Antunes e João Pedro Santos faleceram carbonizadas. Luiz Gustavo Ferrugem Komka , 21 anos, morreu após três semanas internado por inalação de fumaça.
  • A unidade funcionava sem alvará, segundo a Secretaria DF Legal.
  • Em depoimento à PCDF, o proprietário do Instituto Terapêutico Liberte-se, Douglas Costa Ramos, 33 anos, confirmou que a única porta de entrada e saída da clínica estava trancada com cadeado, em razão de furtos anteriores sofridos.
  • Douglas confessou ainda que não possuía as licenças necessárias para permitir que a unidade do Boqueirão estivesse funcionando.
  • Quatro pessoas envolvidas no incêndio da unidade do Instituto Liberte-se, no Paranoá, foram presas temporariamente pela PCDF, no último dia 18 de setembro.
  • A reportagem apurou que um dos proprietários presos é Douglas Costa de Oliveira Ramos, de 33 anos. Também foram detidos sua esposa, Jockcelane Lima de Sousa, 37 anos, e Matheus Luiz Nunes de Souza, 23 anos. A identidade do quarto envolvido não foi confirmada.

Os suspeitos inicialmente estão sendo investigados por homicídio doloso, cárcere privado e prescrição de medicamentos sem receituário. Caso sejam condenados pelos crimes, eles podem pegar mais de 30 anos de prisão.

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