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Jogo do Tigrinho: veja quem são os influenciadores alvos de operação

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DÉLIO ANDRADE
DÉLIO ANDRADEhttp://delioandrade.com.br
Jornalista, sob o Registro número 0012243/DF

A Operação Desfortuna, deflagrada pela Polícia Civil do Rio de Janeiro na manhã desta quinta-feira (7/8), tem como alvo 15 influenciadores.

Todos eles são investigados por envolvimento na divulgação do chamado “Jogo do Tigrinho”.

A coluna confirmou os nomes dos principais alvos. Confira:

  • Bia Miranda,
  • Gato Preto,
  • Dj Buarque,
  • Mauricio Martins Junior, conhecido como Maumau.

Além deles, outros 10 influenciadores são investigados pela Delegacia de Combate às Organizações Criminosas e à Lavagem de Dinheiro (DCOC-LD).

Eles são suspeitos em um esquema de promoção ilegal de jogos de azar online, com indícios de lavagem de dinheiro e formação de organização criminosa.

Entenda o caso:

  • A operação ocorre nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais.
  • De acordo com a PCERJ, os investigados publicavam conteúdos nas redes com promessas falsas de lucros fáceis, atraindo seguidores para as plataformas ilegais.
  • Os influenciadores fariam parte de uma estrutura organizada, com funções bem definidas entre divulgadores, operadores financeiros e empresas de fachada.
  • A investigação também é uma parceria com o Gabinete de Recuperação de Ativos (GRA) e o Laboratório de Tecnologia Contra Lavagem de Dinheiro (Lab-LD).

Veja quem são os principais influenciadores alvos da Operação Desfortuna: 

6 imagensGato PretoDJ BuarqueMauricio Martins Junior, conhecido como MaumauApreensões na casa de MaumauOperação DesfortunaFechar modal.1 de 6

Bia Miranda

Reprodução / Redes sociais2 de 6

Gato Preto

Reprodução / Redes sociais3 de 6

DJ Buarque

Reprodução / Redes sociais4 de 6

Mauricio Martins Junior, conhecido como Maumau

Reprodução / Redes sociais5 de 6

Apreensões na casa de Maumau

Reprodução / Redes sociais6 de 6

Operação Desfortuna

Reprodução / Redes sociais

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Sinais de enriquecimento ilícito e movimentações milionárias

Durante o inquérito, os policiais identificaram sinais de enriquecimento incompatível com a renda declarada pelos influenciadores. Eles ostentavam, nas redes sociais, viagens internacionais, veículos de luxo e imóveis de alto valor.

Além da divulgação dos jogos ilegais, os envolvidos são suspeitos de usar uma rede empresarial para ocultar a origem ilícita dos valores obtidos, o que caracteriza lavagem de dinheiro.

As investigações também identificaram conexões entre alguns influenciadores e pessoas com antecedentes ligados ao crime organizado, o que aumenta o nível de complexidade do caso.

A Polícia Civil ainda não divulgou se houve prisões até o momento.

A coluna Na Mira tenta localizar defesa os alvos da Operação Desfortuna. O espaço segue aberto para posicionamentos.

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