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Gripe aviária: funcionários do zoo trabalham com macacão de segurança

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DÉLIO ANDRADE
DÉLIO ANDRADEhttp://delioandrade.com.br
Jornalista, sob o Registro número 0012243/DF

Após a confirmação de um caso de gripe aviária no Jardim Zoológico de Brasília, o espaço continua fechado para visitantes. Na manhã desta quarta-feira (4/5), a entrada estava praticamente sem pessoas – à exceção de funcionários do local –, devido aos protocolo de segurança adotados desde o início da investigação do caso. A reabertura está prevista para a próxima quinta-feira (12/6).

Veja imagens do local:

3 imagensZoológico segue fechado após detectar que um irerê foi morto por gripe aviáriaFechar modal.1 de 3

Funcionários do Zoológico seguem usando máscaras de proteção facial

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Zoológico segue fechado após detectar que um irerê foi morto por gripe aviária

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As regras atuais permitem que apenas funcionários e pessoas autorizadas entrem no zoo, sempre com uso de máscaras. Além disso, as rodas e os pneus dos veículos que acessam o local continuam a ter de passar por sanitização. As equipes que assumem essa função fazem a higienização dos veículos com uso de vestimentas apropriadas, como macacões e máscaras.

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Na noite dessa terça-feira (3/6), o Metrópoles divulgou que os exames feitos em um irerê – ave semelhante a um pato – encontrado morto no zoológico confirmaram que o animal estava com gripe aviária. A doença provavelmente teria causado a morte do bicho.

A médica Tiane Silva, 36 anos, chegou de Salvador (BA) com a família e levou os dois filhos pequenos para visitar o Zoológico de Brasília, nesta manhã. Porém, encontrou o local fechado. Ela contou que foi pega de surpresa, mas ficou aliviada ao saber do motivo para a proibição da entrada do público. “Ainda bem que fizeram isso”, completou.

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) lembrou, porém, que o vírus causador da enfermidade não é transmitido por meio do consumo de aves ou ovos e que não há necessidade de restringir a ingestão desses alimentos. O risco só existe para quem tem contato direto com aves doentes; e, apesar disso, o risco de transmissão para humanos é considerado muito baixo.

A Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural do Distrito Federal (Seagri) informou que tem visitado propriedades rurais e inspecionado locais de venda de aves vivas.

“A operação também inclui o uso de drones para sobrevoos em unidades de conservação, inclusive o próprio zoológico e o Jardim Botânico de Brasília, para identificação de animais com possíveis sintomas”, comunicou a pasta.

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