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Jovem que decepou mão de PM com facão é condenado a 8 anos

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DÉLIO ANDRADE
DÉLIO ANDRADEhttp://delioandrade.com.br
Jornalista, sob o Registro número 0012243/DF

Mateus Henrique Alves Silva (foto em destaque), 24 anos, foi condenado por decepar a mão de um policial militar reformado de São Paulo. O Tribunal do Júri de Brasília o condenou a 8 anos e 2 meses de prisão em regime fechado nesta terça-feira (12/12). O caso ocorreu em julho de 2022, na Asa Norte, área nobre do Distrito Federal, e foi revelado pelo Metrópoles.

Ele foi condenado por tentativa de homicídio qualificado por motivo fútil, já que PM tentava intervir em discussão entre Mateus e a companheira, momento em que Mateus acerta a mão de Leandro Percivalli.

O PM precisou amputar a mão esquerda após ter o membro praticamente decepado. Leandro morava com a namorada, Lívia Oliveira, 32.

Veja o momento:

 

PM tentou ajudar

À Justiça, Leandro contou que, por volta da 1h30 do dia do ocorrido, acordou com gritos vindos do exterior de sua casa, ouvindo a esposa de Mateus “clamar por sua vida”. Segundo ele, Mateus gritava “vou te matar, vou te matar, vou te encher de bala”.

Após ouvir os gritos, Leandro, que é PM, decidiu intervir. Ele afirmou que, quando desferiu um golpe em Mateus na tentativa de neutralizá-lo, recebeu como resposta um golpe de facão na direção do pescoço. Porém, Leandro afirma que se protegeu com a mão, momento em que teve o membro decepado.

A esposa de Leandro estava no local no momento do ocorrido e corroborou a versão do companheiro. Ela esclareceu que não presenciou o momento da “facada”, mas viu a mão de Leandro “pendurada e Mateus indo novamente na direção dele”. Além disso, ela frisa que Mateus tentou atropelar o policial militar, antes de fugir do local.

O que diz a defesa

Procurada, a defesa de Mateus se manifestou por meio da advogada Lívia Gramajo. Em nota, a advogada afirmou que ela e a equipe respeitam a decisão do júri, mas pretendem recorrer.

“Apesar de não termos obtido o resultado desejado, respeitamos a decisão dos jurados, tomada com base nas informações que lhes foram apresentadas. Acreditamos no sistema judiciário e no processo democrático do júri. Por isso, respeitamos a decisão dos jurados, mas, em busca de uma justiça mais plena, faremos uso fos recursos legais disponíveis para recorrer a sentença”.

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