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Em um ano, DF registra queda de 50% em diagnósticos de câncer de mama

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DÉLIO ANDRADE
DÉLIO ANDRADEhttp://delioandrade.com.br
Jornalista, sob o Registro número 0012243/DF

Em um ano, a Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) registrou uma queda de mais de 50,88% no número de novos diagnósticos de câncer de mama. De acordo com dados da pasta, entre janeiro e setembro de 2022, houve notificação de 845 novos casos. Este ano, no mesmo período, foram 430 diagnósticos.

Ainda de acordo com a SES, o câncer de mama é o tipo de tumor mais comum na capital federal. Para este ano, o Instituto Nacional de Câncer (Inca) estima que serão registrados 1.030 casos da doença no DF — 600 a mais do que o total que foi identificado até setembro.

A Saúde não explicou a que atribui a queda dos diagnósticos. O espaço segue aberto para eventuais manifestações.

Câncer mata, em média, 2 mil pessoas por ano no DF

Segundo a própria SES-DF, a descoberta precoce do câncer de mama pode levar a chance de cura para mais de 90%. Pacientes com histórico familiar da doença devem começar o rastreamento aos 35 anos. Já aquelas que não possuem esse fator de risco, devem realizar os exames de rastreio a partir dos 50 anos.


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Diagnóstico

O câncer de mama pode acarretar no surgimento de caroços ou nódulos nos seios; alteração na cor do bico dos seios; e saída espontânea de líquido das mamas. Nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs), há profissionais qualificados para realizarem a avaliação das pacientes e as encaminharem à mamografia.

Depois, com o resultado do exame em mãos, ela deve retornar à UBS para que a equipe de saúde avalie. “Caso haja alguma alteração, a paciente é direcionada para atendimento com mastologista, que pode solicitar outros exames, como a ultrassonografia mamária ou a biópsia. Se identificado o câncer de mama, a paciente pode realizar o tratamento oncológico – radioterapia, quimioterapia e/ou cirurgia – nos locais especializados da rede pública”, diz a secretaria.

No DF, há 11 mamógrafos localizados no Hospital Materno Infantil de Brasília (Hmib), no Hospital de Base, no Hospital Universitário de Brasília (HUB), no Centro Especializado em Saúde da Mulher (Cesmu) e nos hospitais regionais da Asa Norte (Hran), de Santa Maria (HRSM), de Samambaia (HRSam), do Gama (HRG), de Ceilândia (HRC), de Taguatinga (HRT) e de Sobradinho (HRS).

Cirurgias

Entre janeiro e julho deste ano, a rede pública de saúde do DF emitiu 727 autorizações de internações para a realização de cirurgias de tratamento contra o câncer de mama. No mesmo período do ano passado, foram 772.

Considerando o tratamento de todos os tipos de tumor, nos primeiros sete meses de 2023, a SES autorizou a internação de 1.178 pacientes.

 

 

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